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Últimas Notícias da BBom de Quarta – 14/08/2013

Justiça de PE manda BBom devolver 150 mil reais a investidor

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A Justiça de Pernambuco concedeu liminar que obriga a BBom (Embrasystem Tecnologia em Sistemas) a devolver R$ 150 mil investidos pelo recifense Gustavo de Andrade, bancário de 33 anos. É o primeiro caso no estado e o segundo em âmbito nacional que indica a vitória parcial do investidor em processos contra empresas suspeitas de praticar crime contra a economia popular, a pirâmide financeira.

O juiz da 11ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Luiz Sergio Silveira Cerqueira, responsável pelo julgamento, solicitou em decisão que o montante seja bloqueado das investigações nacionais, para que, após o julgamento, seja restituído ao investidor pernambucano. No processo, ele afirma não ser possível a solicitação de devolução imediata do investimento por inviabilidade do réu (BBom), que está, há cerca de um mês, com contas bloqueadas por ordem da Justiça Federal de Goiás, para que o indicativo de crime seja investigado. A BBom será notificada e terá que apresentar defesas em até 15 dias.

Fonte: Diário de Pernambuco/ V&C Artigos e Notícias

Últimas Notícias da BBom de Terça – 13/08/2013

Pirâmides: atividade da BBom dispensa aval de Anatel e Denatran

bbom

Erro da empresa, diz procuradora, é ter vendido mais rastreadores do que pode entregar

A Embrasystem, dona da marca BBom, não precisa de autorizações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para operar seu sistema de rastreamento de veículos.

A falta de aval desses órgãos foi usada como argumento pelo Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) e pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) para acusarem a empresa de ser uma pirâmide financeira.

Esse fato, porém, não invalida o que o MPF-GO considera ser seu argumento central: o de que a empresa vendeu 1 milhão de rastreadores, mas só adquiriu 69 mil junto ao fornecedor. A venda de produtos sem a capacidade de entregá-los foi o mesmo problema encontrado na Avestruz Master, que causou prejuízos a 40 mil pessoas

Bloqueio

As atividades Embrasystem e de outras empresas do grupo estão bloqueadas desde julho por liminar (decisão temporária). A suspeita é que os donos da empresa tenham usado a BBom, braço de marketing multinível da empresa, para constituir uma pirâmide financeira com cerca de 300 mil integrantes.

Esses integrantes, chamados de associados, pagaram taxas de adesão que variam de R$ 600 a R$ a R$ 3 mil com a promessa de lucrarem com a revenda de rastreadores. Na última terça-feira (6), o MPF-GO e o MP-GO entraram com uma ação civil pública para extinguir a empresa e determinar a devolução das verbas aos associados .

Ao pedirem a liminar, o MPF-GO e o MP-GO argumentaram que o grupo Embrasystem não tinha autorização da Anatel para operar no sistema de rastreamento, como a agência informou aos procuradores e promotores. O Denatran também afirmou que a empresa também não tinha homologação do órgão.

Acontece que a Embrasystem não precisava dessas autorizações para o tipo de atividade que desempenha. E isso não foi informado pela Anatel e pelo Denatran, segundo a procuradora da República Mariane de Mello, uma das responsáveis pela investigação contra a BBom.

Vendeu 1 milhão, comprou 69 mil

A procuradora Mariane considera, porém, que tais questões não livram a empresa da suspeita de ser uma pirâmide. A grande questão é que a Embrasystem vendeu muito mais rastreadores do que consegue entregar, diz a promotora – algo semelhante ao que ocorreu com a Avestruz Master, um dos mais conhecidos esquemas de pirâmide financeira do Brasil.

“Esses são os menores problemas da BBom, pois configurariam irregularidades administrativas. Bastaria que fizéssemos uma recomendação”, afirma Mariane ao iG . “O problema que o MPF acredita que não tem solução é o fato de a BBom ter vendido 1 milhão de rastreadores e comprado apenas 69 mil de seu fornecedor.”

Desses 69 mil rastreadores, apenas 16 mil estavam disponíveis para pronta entrega, segundo um documento anexado aos autos. A Avestruz Master revendeu 600 mil aves, mas só tinha 38 mil para entrega, lembra Mariane.

Fonte: Vitor Sorano – IG

Últimas Notícias da BBom de Quinta – 08/08/2013

Ação pede o fim da BBom e a devolução do dinheiro a associados

Empresa é acusada de ser pirâmide financeira ‘mais abrangente’ que Avestruz Master

O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) e o Ministério Público de Goiás (MP-GO) pediram à Justiça que decrete a dissolução da BBom e a devolução dinheiro investidos pelos cerca de 200 a 300 mil revendedores do negócio, acusado de ser uma pirâmide financeira.

A suposta fraude é “mais abrangente” do que a praticada pela Avestruz Master, que lesou 40 mil pessoas há cerca de oito anos, diz a procuradora da República Mariane de Mello, uma das responsáveis pela ação contra a BBom. Ela também atuou no caso das aves.

“Mesmo tendo ficado 7 anos no mercado, a Avestruz Master arrebanhou 40 mil associados [ e deu prejuízo de R$ 1 bilhão ]. A BBom, com três meses de atuação tinha cerca de 300 mil associados e nós conseguimos bloquear R$ 300 milhões. Proporcionalmente, a abrangência é muito maior”, diz Mariane, em entrevista ao iG .

Desde julho, a BBom está impedida pela  Justiça de movimentar suas contas ou cadastrar novos integrantes.

Em nota, a empresa informou estar ciente de desenvolver “uma atividade econômica lícita e regular” e que apresentará defesa contra os pedidos dos órgãos. Ao mesmo tempo, diz o texto, a empresa tentará derrubar a liminar (decisão temporária) que bloqueia suas atividades desde julho.

Rastreadores insuficientes 


Divulgação 

Logotipo da BBom, empresa de marketing multinível suspeita de ser pirâmide financeira

O pedido de dissolução da BBom e de devolução das verbas foi feitos por meio de uma ação civil pública (ACP) apresentada no fim da tarde de segunda-feira (5) à Justiça.

O documento propõe que sejam declarados nulos todos os contratos firmados pelas empresas responsáveis pela marca – a Embrasystem e a BBrasil organizações e métodos –, inclusive aqueles firmados pelos associados, como são chamados os revendedores.

A BBom é apresentada por seus responsáveis como um sistema de marketing multinível pelo qual são comercializados os serviços de rastreamento de veículos e de pessoas prestados pela Embrasystem.

Os revendedores (associados) eram atraídos para a rede com a promessa de lucros expressivos, e tinham de pagar taxas de adesão que variam de R$ 600 a R$ 3 mil.

Para o MPF-GO e o MP-GO, a BBom é uma pirâmide financeira pois os lucros e bonificações prometidos aos associados viriam das taxas de adesão, e não da venda dos serviços de rastreamento.

Segundo o texto da ação civil pública, a BBom vendeu 1 milhão de rastreadores, mas adquiriu junto a fornecedores menos de 90 mil aparelhos. O principal fornecedor, de acordo com o documento, vendeu 69.114 rastreadores à BBom.

“A principal semelhança [ com a Avestruz Master] é não ter o produto para entregar. A Avestruz Master revendeu 600 mil aves mas só tinha 38 mil”, diz Mariane. “A grande maioria das pessoas que compram [ o rastreador da BBom ] não tem interesse em receber. É igualzinho à Avestruz.”

Dinheiro investido em luxo

Além disso, os procuradores e o promotor acusam as empresas de não terem autorização do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para prestar o serviço de rastreamento. Tal aval não é necessário, segundo a BBom.

Ao mesmo tempo em que não adquiriram todos os rastraeadores revendidos, os responsáveis pela BBom gastaram mais de R$ 10 milhões em veículos como Ferrari, Lamborghini e Mercedes. Carros de luxo como esses eram usados para premiar os associados e, assim, atrair mais membros para a rede.

“[ O grupo também ] promoveu opulentas festas e transferiu milhões de reais a contas pessoais do sócio João Francisco de Paulo [ dono da Embrasystem ] e de pessoas diversas”, segundo a APC, assinada por Mariane, pelo procurador da República Helio Telho e pelo promotor de Justiça Murilo Moraes e Miranda.

Além do crime de pirâmide financeira, os responsáveis pelas empresas são acusados de praticarem captação antecipada de poupança popular de forma irregular. Esse tipo de atividade, cujo exemplo mais conhecido é o Baú da Felicidade, depende de autorização do Ministério da Fazenda para ocorrer. A BBom não tinha tal homologação.

Novo congelamento

As contas das empresas e dos sócios foram bloqueados no dia 10 de julho. A entrada de novos associados ou a cobrança de mensalidades dos que já haviam aderido, no dia 17. Ambas as decisões são liminares (temporárias) e foram dadas pela juíza  Luciana Gheller, da 4ª Vara Federal de Goiânia.

Em novo despacho divulgado nesta terça-feira (6), entretanto, Luciana afirma ter recebido indícios de que “os associados continuaram a aderir ao sistema ou a pagar as mensalidades cobradas” e que “ativos financeiros continuam sendo movimentados pelos réus.” Por esse motivo, a juíza emitiu uma nova determinação de bloqueio.

A BBom é a segunda empresa a ser alvo de uma ação civil pública nesse teor. No início de julho, o Ministério Público do Acre (MP-AC) moveu um processo semelhante contra a Telexfree, que também está com as contas bloqueadas. A ação ainda não foi julgada .

Fonte: Vitor Sorano – IG

Últimas Notícias da BBom de Segunda 05/08/2013

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Justiça de Goiás decreta novo bloqueio de bens da empresa BBom

A empresa BBom, que teve seus bens bloqueados e atividades suspensas por suspeitas de pirâmide financeira, no início do mês, voltou a ter seus ativos financeiros impedidos de movimento por continuar em operação após a decisão judicial. Segundo informações do Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), uma ação foi aceita pela Justiça Federal de Goiás e os bens do grupo e dos sócios foram novamente alvo de bloqueio, via Banco Central.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da BBom e aguarda resposta.
Também foram acionadas para prestação de informações as empresas Maxtrack Industrial e Over Book, que fornecem os rastreadores de veículos para a BBom. De acordo com o MPF, as companhias terão de esclarecer qual a capacidade operacional dos produtos por mês e quantos clientes adquiriram os rastreadores em todo o país. Além disso, devem detalhar quantos rastreadores foram comprados pela Embrasystem em 2013 e a relação dos aparelhos entregues.

A BBom é investigada por uma força-tarefa, que realiza uma varredura em todo o país contra a prática de pirâmide financeira, que é ilegal. Em Goiás, os Ministérios Público Federal e Estadual suspeitam que a companhia não tenha todos os rastreadores oferecidos aos associados. A BBom, contudo, garante que vai cumprir todos os compromissos e entregará os aparelhos.
O MPF também anexou aos autos do processo 1.200 reclamações contra a BBom, registradas por clientes no site Reclame Aqui, nos quais alegam que nunca receberam os aparelhos e que nem chegaram a ter suas contas ativadas pela empresa.

Ainda segundo o MPF-GO, a Justiça também acatou um pedido para que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) preste esclarecimentos sobre a empresa Unepxmil, da Embrasystem, mesmo grupo da BBom, já que o órgão declarou em juízo que a companhia não possui homologação e certificação para prestar os serviços de monitoramento e localização de veículos. Sendo assim, atuaria ilegalmente no país.

Fonte: G1 / Não Diga

Últimas Notícias da BBom, Quinta – 25/07/2013

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A procuradora da República Mariane Guimarães e o promotor Murilo Miranda, de Goiás, suspeitam que o grupo BBom não tenha todos os rastreadores oferecidos aos associados, segundo eles mais um indício de formação de pirâmide financeira, prática ilegal no país. Pelo menos 1.200 deles nunca receberam os rastreadores, de acordo com queixas postadas no site Reclame Aqui.

A empresa deixa de informar a quantidade exata de equipamentos negociados. ”Estranhamente, ela só informa nos autos uma amostragem, que seria de 14 mil equipamentos negociados. Também demonstra ter adquirido 70 mil aparelhos para vendas futuras”, diz Mariane Guimarães.

Ela  acredita que a empresa que fornece esses rastreadores não tem condição de fornecer os aparelhos que a BBom precisaria ter “para atender a quantidade estratosférica de consumidores para os quais ela vendeu”.

A BBom informou em nota que comprou 1,25 milhão de rastreadores, sendo que 30 mil já foram entregues, 75 mil estão em estoque, 145 mil, em trânsito, e 1 milhão de aparelhos serão entregues seguindo a previsão de entrega dos fornecedores.

“Estamos seguindo uma programação de entrega de acordo com a data de solicitação do rastreador pelo associado. Em até 60 dias todas as solicitações serão atendidas, conforme o cronograma de solicitação”, diz a nota.

Muita gente se desfez de imóveis e retirou as economias da caderneta de poupança para aderir ao sistema. É o que constata a Veja, por exemplo, em reportagem sobre a cidade de Lucas do Rio Verde, de 45 mil habitantes, e que fica no norte de Mato Grosso.

Segundo funcionários da Caixa Econômica Federal na cidade, ouvidos pela revista, o volume de depósitos na poupança caiu 30% no auge da euforia com o esquema, e não se recuperou. “Muitas pessoas, além disso, comprometeram todo o salário em diferentes bancos, levantando dinheiro em empréstimos consignados para aplicar nas empresas que, em tese, lhes dariam um retorno extraordinário”.

Movimentos anormais também foram registrados no mercado imobiliário. “As pessoas vendiam casa, terreno, comércio para investir. Agora, tem gente vendendo imóveis para pagar as dívidas”, contou à revista José Valdemar Kluge, dono da imobiliária Dinâmica, uma das maiores da cidade.

A Telexfree também atraiu muita gente, em Lucas do Rio Verde, de acordo com a reportagem. “Houve gente que investiu 600 mil reais na TelexFree na cidade”, disse um empresário. Segundo ele, o patamar mínimo de aportes dos moradores na TelexFree era de 3 mil reais. “Os ricos podem ficar frustrados, não sentem tanto a perda do dinheiro. Os pobres, sim. Muitos estão até sem casa”, afirmou.

“Quem não quer ganhar dinheiro fácil? No começo, parece vantajoso. As promessas são de retornos extraordinários, basta que você traga mais gente para a armadilha”, disse na mesma reportagem Isabel de Fátima Ganzer, superintendente do Procon de Lucas do Rio Verde.

Pelo modelo da BBom, os interessados pagam uma taxa de adesão, que varia de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano escolhido. Depois se comprometem a atrair novos associados e a pagar uma taxa mensal no valor de R$ 80, pelo prazo de 36 meses, segundo a investigação do MP.

“Diferente de uma empresa de marketing multinível séria, o foco principal dela não é a venda do produto, e sim o recrutamento de novos divulgadores, para que esses novos divulgadores, num esquema piramidal, ganhe dinheiro recrutando mais e mais”, conclui a procuradora da República Mariane Guimarães.

No site da BBom no Brasil há um comunicado explicando que por ordem da Justiça Federal, a empresa “está impedida de receber a adesão de novos associados, seja através de seus sites, seja através dos sites de seus associados, bem como de receber as mensalidades cobradas dos associados já admitidos no sistema”.

Fonte: HadarTv

Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de Hoje, quinta-feira, 24/07/2013

A Ympactus Comercial Ltda, empresa de marketing multinível Telexfree, está sendo processada na Justiça do Acre por divulgadores. Entre os dias 4 e 18 de julho, foram registrados pelo menos seis processos no Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC). Entre outras situações, reivindicam rescisão de contrato, devolução de dinheiro e antecipação de tutela. Os valores das ações, somadas, chegam a R$ 257.764,41.

Um dos processos, que tinha como valor da ação R$ 10 mil, já foi julgado pelo TJ-AC e teve a petição inicial indeferida ‘sem análise do mérito’, de acordo com informações dispostas no portal eletrônico do TJ-AC.

A Telexfree já é alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPE-AC), que resultou, no dia 18 de junho deste ano, na decisão da Justiça acreana de bloquear os pagamentos e a adesão de novos contratos ao empreendimento até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

De acordo com a assessoria do TJ-AC, as datas para julgamento das ações em andamento ainda não estão confirmadas.

Procurado para falar sobre o assunto, um dos advogados da Telexfree no Acre, Alexandro Teixeira, afirma que a empresa ainda não foi citada para manifestar-se sobre os processos. Com informações do site Giro News.

Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de Hoje, quarta-feira, 24/07/2013

A Ympactus Comercial Ltda, empresa de marketing multinível Telexfree, está sendo processada na Justiça do Acre por divulgadores. Entre os dias 4 e 18 de julho, foram registrados pelo menos seis processos no Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC). Entre outras situações, reivindicam rescisão de contrato, devolução de dinheiro e antecipação de tutela. Os valores das ações, somadas, chegam a R$ 257.764,41.

Um dos processos, que tinha como valor da ação R$ 10 mil, já foi julgado pelo TJ-AC e teve a petição inicial indeferida ‘sem análise do mérito’, de acordo com informações dispostas no portal eletrônico do TJ-AC.

A Telexfree já é alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPE-AC), que resultou, no dia 18 de junho deste ano, na decisão da Justiça acreana de bloquear os pagamentos e a adesão de novos contratos ao empreendimento até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

De acordo com a assessoria do TJ-AC, as datas para julgamento das ações em andamento ainda não estão confirmadas.

Procurado para falar sobre o assunto, um dos advogados da Telexfree no Acre, Alexandro Teixeira, afirma que a empresa ainda não foi citada para manifestar-se sobre os processos.

Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de Hoje, quarta-feira, 24/07/2013

A Ympactus Comercial Ltda, empresa de marketing multinível Telexfree, está sendo processada na Justiça do Acre por divulgadores. Entre os dias 4 e 18 de julho, foram registrados pelo menos seis processos no Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC). Entre outras situações, reivindicam rescisão de contrato, devolução de dinheiro e antecipação de tutela. Os valores das ações, somadas, chegam a R$ 257.764,41.

Um dos processos, que tinha como valor da ação R$ 10 mil, já foi julgado pelo TJ-AC e teve a petição inicial indeferida ‘sem análise do mérito’, de acordo com informações dispostas no portal eletrônico do TJ-AC.

A Telexfree já é alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPE-AC), que resultou, no dia 18 de junho deste ano, na decisão da Justiça acreana de bloquear os pagamentos e a adesão de novos contratos ao empreendimento até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

De acordo com a assessoria do TJ-AC, as datas para julgamento das ações em andamento ainda não estão confirmadas.

Procurado para falar sobre o assunto, um dos advogados da Telexfree no Acre, Alexandro Teixeira, afirma que a empresa ainda não foi citada para manifestar-se sobre os processos.

Giro N

Ultimas Noticias Telexfree 24/07/2013: Ministerio Poublico apura descumprimento de decisão judicial em RO

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Em Porto Velho, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF), denúncias anônimas ao órgão dão conta de que divulgadores das empresas Telexfree e BBom estariam contrariando as decisões judiciais, que valem para todo o país, dando continuidade à publicidade do negócio e captação de novos investidores. Diante disto, um inquérito civil público deve ser instaurado pelos Ministérios Público Federal e Estadual para apurar estas denúncias. Ambas as empresas tiveram bens bloqueados e as atividades suspensas por suspeita de atuação da forma do sistema pirâmide financeira, ilegal no Brasil.

De acordo com o procurador da república Raphael Bevilaqua, as empresas alegam trabalhar na forma de marketing multinível, um expediente que é permitido no ordenamento brasileiro, onde o ganho dos integrantes se baseia na venda de um produto. “São aquelas que as pessoas vão às casas das pessoas, oferecem o produto e ganham um percentual sobre isso. Alguns até chamam outras pessoas, mas o principal ganho vem da venda do produto”, explica o procurador.
Diferente disto, a pirâmide financeira tem como principal fonte de renda a adesão de novas pessoas. “O lucro da empresa e das pessoas que estão acima se tira a partir do ingresso de novos membros e seus investimentos”, compara Bevilaqua.

O procurador explica que as novas pirâmides tentam disfarçar a sua forma de atuação como marketing multinível, mas, na verdade, os produtos vendidos pelas empresas são uma atividade completamente secundária. “A fonte de renda principal é a entrada de novos investidores”, ressalta.
Esta situação é averiguada, segundo o MPF, pelo número de vendas dos produtos com relação à quantidade de pessoas que entraram no sistema da empresa. É comprado, também, o lucro de uma pessoa pela entrada de novos membros e com relação ao que se ganha pela venda do produto.
De acordo com o procurador, se ganha mais com a entrada de uma nova pessoa, do que com a venda do produto, o que faz com que as pessoas queiram aderir novas pessoas, formando a pirâmide financeira “O produto existe para dar uma aparência de legalidade pra coisa”, afirma Bevilaqua.
Diante destas circunstâncias, nas decisões dos Tribunais de Justiça do Acre e Goiás, que determinaram a suspensão das atividades das empresas Telexfree e BBom, bem como o bloqueios de seus bens, os juízes entenderam que as duas empresas têm fortes indícios de estarem se constituindo através de pirâmides financeiras.
R$ 250 mil em seis meses

“Entra que o negócio é bom”, quando ouviu essa frase, dita por um amigo de longa data, o vendedor de consórcios Orlando Melo não pensou duas vezes, fez um empréstimo no valor de R$ 6 mil e se associou a empresa Telexfree. Segundo ele, em seis meses, teve retorno financeiro de mais de R$ 250 mil.

MP Federal e Estadual alertam população de RO sobre Telexfree
Neste período, Orlando cadastrou 15 pessoas, que, de adesão em adesão, se transformou em uma rede com seis mil membros. Do terceiro mês em diante, o lucro chegou a até R$ 2 mil por dia. Ao contrário do Ministério Público, Orlando defende que a Telexfree não é um sistema de pirâmide, uma vez que, de acordo com ele, os contratos valem por apenas um ano e, ao serem renovados, dão nova chance a quem está começando na empresa.
Orlando explica que, além de trabalhar com a publicação de anúncios em vários sites, a Telexfree trabalha com telefonia VOIP (telefonia via internet). “É um sistema de telefonia que funciona, posso garantir”, afirma.
Questionado se estaria arrependido por ter se associado ao Telexfree, Orlando é categórico ao afirmar que não. “Me associaria mil vezes. Ganhei dinheiro e quero continuar ganhando”, finaliza o investidor.
Azar

A estudante universitária Alana Sousa investiu R$ 3 mil na Telexfree há cerca de um mês e meio, duas semanas após o investimento, a empresa teve seus pagamentos e atividades suspensos pela Justiça do Acre o que, de acordo com a estudante, não deu tempo para que ela começasse a receber o retorno financeiro. “Espero que ocorra tudo bem com o processo, pois é um investimento muito alto pra ser jogado no lixo”, afirma a Alana.
Alana entrou no negócio após ser convidada por uma vizinha. Aderindo ao ‘pacote família’, que custa os R$ 3 mil investidos, Alana deveria publicar, por dia, cinco anúncios, o que lhe renderia, no final de cada mês, cerca de R$ 1,8 mil. “eu tive o azar de fazer parte da empresa justo quando aconteceu isso [o embargo judicial dos pagamentos] e não deu tempo para recuperar o que foi investido”, lamenta a estudante, que afirma conhecer pessoas que conseguiram recuperar o investimento e ganhar ainda mais com a rede.

Com o processo judicial em andamento, Alana teme perder o valor investido, caso se comprove o sistema de pirâmide financeira. Neste caso, o procurador da republica explica que o bloqueio de contas e bens das empresas e de seus sócios tem, justamente, o objetivo de ressarcir os investidores, no caso da comprovação da pirâmide.

Últimas Notícias da BBom, Quarta – 24/07/2013

BBom: associado deve guardar recibo para tentar ressarcimento

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Os associados da BBom devem guardar os comprovantes de investimentos para conseguirem reaver ao menos parte do dinheiro que colocaram no negócio, alerta o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO). Os lucros prometidos, porém, não serão pagos, esclarece o órgão.

A BBom é apresentada como o braço de marketing multinível da Embrasystem, que atua no mercado de rastreamento. Em pouco mais de três meses, o negócio atraiu cerca de 300 mil revendedores, que pagavam taxas de adesão de R$ 600 a 3 mil – cada pessoa poderia comprar mais de um pacote.

No último dia 10, a Justiça determinou o congelamento de R$ 300 milhões que estão nas contas da contas da Embrasystem , da BBrasil Organizações e Métodos – outra empresa do grupo – e dos proprietários. Também foram proibidas as transferências de mais de cem carros, incluindo quatro Lamborghinis.

A medida, entretanto, também congelou o dinheiro colocado pelos revendedores no negócio. Segundo a procuradora da República em Goiás Mariane Oliveira, ao menos um revendedor apostou R$ 200 mil.

Desde então, o MPF-GO tem sido procurado por várias pessoas, muitas descontentes com a medida. O órgão esclarece, porém, que o objetivo do bloqueio é permitir a devolução de ao menos parte do dinheiro a quem investiu de “de boa fé” na empresa.

Para tanto, os procuradores pedirão à Justiça que obrigue a BBom a apresentar “a relação dos associados que adquiriram pacotes, os valores pagos e dados pessoais, para futuro ressarcimento, proporcionalmente ao que foi bloqueado”.

Se a empresa for condenada, os valores bloqueados vão ser rateados entre os revendedores durante a fase de execução da ação.

“Num primeiro momento a medida parece antipática, mas depois vão nos agradecer”, diz Mariane Oliveira, procuradora da República em Goiás.

Estratégia de semelhante à Telexfreee

O modelo adotado pelo MPF-GO e pelo MP-GO é o mesmo usado pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a Telexfree . Também suspeita de ser uma pirâmide financeira, a empresa está com as contas congeladas desde 18 de junho. Estima-se que entre 450 mil e 600 mil pessoas tenham dinheiro parado nela.

m ambos os casos, entretanto, é pouco provável que os recursos bloqueados sejam suficientes para ressarcir tudo o que foi investido.

Os representantes da BBom e da Telexfree sempre negaram qualquer irregularidade nos negócios.

Fonte: IG/ Araruna Online

Últimas Notícias da BBom, Terça – 23/07/2013

Suspeita agora é de que a BBom tenha vendido mais rastreadores do que tem

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A procuradora da República Mariane Guimarães e o promotor Murilo Miranda, de Goiás, suspeitam que o grupo BBom não tenha todos os rastreadores oferecidos aos associados, segundo eles mais um indício de formação de pirâmide financeira, prática ilegal no país. Pelo menos 1.200 deles nunca receberam os rastreadores, de acordo com queixas postadas no site Reclame Aqui.

A empresa deixa de informar a quantidade exata de equipamentos negociados. “Estranhamente, ela só informa nos autos uma amostragem, que seria de 14 mil equipamentos negociados. Também demonstra ter adquirido 70 mil aparelhos para vendas futuras”, diz Mariane Guimarães.

Ela  acredita que a empresa que fornece esses rastreadores não tem condição de fornecer os aparelhos que a BBom precisaria ter “para atender a quantidade estratosférica de consumidores para os quais ela vendeu”.

A BBom informou em nota que comprou 1,25 milhão de rastreadores, sendo que 30 mil já foram entregues, 75 mil estão em estoque, 145 mil, em trânsito, e 1 milhão de aparelhos serão entregues seguindo a previsão de entrega dos fornecedores.

“Estamos seguindo uma programação de entrega de acordo com a data de solicitação do rastreador pelo associado. Em até 60 dias todas as solicitações serão atendidas, conforme o cronograma de solicitação”, diz a nota.

Muita gente se desfez de imóveis e retirou as economias da caderneta de poupança para aderir ao sistema. É o que constata a Veja, por exemplo, em reportagem sobre a cidade de Lucas do Rio Verde, de 45 mil habitantes, e que fica no norte de Mato Grosso.

Segundo funcionários da Caixa Econômica Federal na cidade, ouvidos pela revista, o volume de depósitos na poupança caiu 30% no auge da euforia com o esquema, e não se recuperou. “Muitas pessoas, além disso, comprometeram todo o salário em diferentes bancos, levantando dinheiro em empréstimos consignados para aplicar nas empresas que, em tese, lhes dariam um retorno extraordinário”.

Movimentos anormais também foram registrados no mercado imobiliário. “As pessoas vendiam casa, terreno, comércio para investir. Agora, tem gente vendendo imóveis para pagar as dívidas”, contou à revista José Valdemar Kluge, dono da imobiliária Dinâmica, uma das maiores da cidade.

A Telexfree também atraiu muita gente, em Lucas do Rio Verde, de acordo com a reportagem. “Houve gente que investiu 600 mil reais na TelexFree na cidade”, disse um empresário. Segundo ele, o patamar mínimo de aportes dos moradores na TelexFree era de 3 mil reais. “Os ricos podem ficar frustrados, não sentem tanto a perda do dinheiro. Os pobres, sim. Muitos estão até sem casa”, afirmou.

“Quem não quer ganhar dinheiro fácil? No começo, parece vantajoso. As promessas são de retornos extraordinários, basta que você traga mais gente para a armadilha”, disse na mesma reportagem Isabel de Fátima Ganzer, superintendente do Procon de Lucas do Rio Verde.

Pelo modelo da BBom, os interessados pagam uma taxa de adesão, que varia de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano escolhido. Depois se comprometem a atrair novos associados e a pagar uma taxa mensal no valor de R$ 80, pelo prazo de 36 meses, segundo a investigação do MP.

“Diferente de uma empresa de marketing multinível séria, o foco principal dela não é a venda do produto, e sim o recrutamento de novos divulgadores, para que esses novos divulgadores, num esquema piramidal, ganhe dinheiro recrutando mais e mais”, conclui a procuradora da República Mariane Guimarães.

No site da BBom no Brasil há um comunicado explicando que por ordem da Justiça Federal, a empresa “está impedida de receber a adesão de novos associados, seja através de seus sites, seja através dos sites de seus associados, bem como de receber as mensalidades cobradas dos associados já admitidos no sistema”.

Fonte: Tribuna da Bahia

Últimas Notícias da BBom, Quinta – 18/07/2013

TelexFREE , BBOM , NNEX e Priples do RN se juntam para lançar campanha de legalização

Empresas de Multinível se unem no RN

Alvo de investigações por parte do Ministério Público do Estado as empresas de marketing multinível se unem no Rio Grande do Norte para lançar campanha de legalização do segmento. A informação foi repassada pelo executivo da Bbom e dono de franquia da Unepxmil, que vende rastreadores, Victor Hugo Noé. “É importante ter  investigações para que possa dar maior clareza e conhecimento as atividades do marketing multinível, ainda pouco conhecido no país. Nem a justiça sabe bem como lidar o negócio MMN”, disse Victor Hugo. O MPE/RN instaurou inquérito civil para  apurar as atividades da  TelexFree, BBom, NNEX, Priples, Cidiz e Multiclick Brasil.

Na última semana, a Justiça Federal decretou a indisponibilidade dos bens da  BBOM, pertencente ao Grupo Embrasystem, bem como dos bens dos sócios proprietários dessas empresas. O Procon/RN abriu ação para apurar irregularidades na relação entre um investidor e empresa, que denunciou prejuízo com o não repasse de pagamentos. A Telexfree permanece impedida de realizar pagamentos e ter novas adesões, em todo o país As empresas são investigadas por indícios de pirâmide financeira.

Adriano AbreuEmpresas se unem no RN para lançar campanha de legalização
Empresas se unem no RN para lançar campanha de legalização

Para o consultor do Sebrae, Carlos Von Sohsten, esse é um tema complexo. Os conceitos de  empresas de marketing direto,   vendas diretas com empresas de marketing multinível ou pirâmides são comumente confundidos. É preciso separar cada segmento e atentar para os detalhes da oportunidade oferecida, quem está por trás e quais são as “promessas”. “Em geral, os esquemas de marketing multinível têm causado mais prejuízos do que bons resultados, para a maioria dos participantes”, diz o consultor de negócios do Sebrae.

No marketing multinível, o faturamento é calculado sobre as vendas de produtos ou serviços que  sustentam o negócio. Já no esquema denominado “pirâmide financeira”, considerado crime no Brasil, os participantes são remunerados somente pela indicação de outros indivíduos para o sistema, sem levar em consideração a real geração de vendas de produtos.

A modalidade, segundo o  economista e coordenador do curso de Gestão Financeira da Universidade Potiguar (UnP), Janduir Nóbrega, não se sustenta por não haver uma relação comercial ou de consumo. “Diferente das demais relações, não há um produto sendo fabricado, comercializado e mesmo um consumidor final. Não atende, teoricamente, as leis comerciais”, afirma. Um dos principais investidores da empresa Telexfree no Estado, o delegado e professor de direito Heraclito Noé, pondera que há muito desinformação  em relação ao novo tipo de negócio, que é lícito. “As pessoas tendem a ver o novo, o desconhecido, como algo que cheira mal. Mas esta é uma nova oportunidade de negócios, em um novo ambiente: a internet, com melhor geração de renda e com muito trabalho”, afirma.

A rede mundial de computadores é usada como mecanismo de divulgação e vendas, que permite os divulgadores a trabalharem com maior flexibilidade de horários e em ambientes diversos. “Há uma cultura de se achar justo somente o dinheiro que vem suado, do cabo da enxada, mas há outras formas honestas. É um novo momento”, observa. Noé admite que hoje a principal renda vem do MMN, mesmo se dedicando à noite e finais de semana.

Fonte: AruranaOnline

Últimas Notícias da BBom, Quarta – 17/07/2013

Empresa ligada à BBom é a segunda maior franquia do Brasil
Importadora de rastreadores de veículos só perde para O Boticário em número de unidades
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Após decisão da Justiça de bloquear os bens da Embrasystem, conhecida pelos nomes fantasia ‘BBom’, ‘Unepxmil’ e ‘BBrasil Organizações e Métodos’, e de seus sócios, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) disse ao site de VEJA que vai convocar representantes da empresa para prestar esclarecimentos. Uma das franquias de mais rápida expansão filiada à ABF é a Unepxmil, que importa os rastreadores de veículos comercializados pela BBom – empresa investigada pelo Ministério Público por suspeita de formar um esquema de pirâmide financeira.

A Unepxmil é hoje a segunda maior franqueadora da ABF em número de unidades: são 1.795, só perdendo para O Boticário (3.520 unidades). O avanço da companhia, até então, não havia suscitado nenhuma suspeita na associação.”Não recebemos nenhuma reclamação formal nem de franqueados nem de clientes sobre a empresa. Mas, diante da investigação em curso e da decisão judicial desta semana, vamos chamar a empresa para prestar esclarecimentos junto ao nosso Conselho de Ética e, se comprovada alguma irregularidade, vamos determinar punições”, disse a ABF. A pior punição que pode ser aplicada pela associação – a principal do setor no Brasil – é o desligamento da companhia como membro.

No site da ABF, a Unepxmil é classificada no segmento de serviços automotivos e seu tipo de negócio é o de assistência veicular e rastreamento de veículos por satélite. A empresa afirma ter entrado no mercado de franquias em 2008, ano também de sua fundação. Do total de 1.795 unidades, 13 são próprias e 1.782 franquiadas. O faturamento médio mensal é estipulado em 60 mil reais e o investimento total da franquia entre 74 mil e 260 mil reais, com retorno do investimento entre seis e 24 meses. Os dados são de 19 de abril de 2013.

Bloqueio

A juíza substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, acatou pedido enviado pelo procurador Hélio Telho, do Ministério Público Federal de Goiás e bloqueou, na quinta-feira, cerca de 300 milhões de reais em bens da empresa e dos sócios-fundadores, além de ter impedido transferência de quase cem carros, dos quais duas Ferraris, um Rolls Royce e quatro Lamborghinis. Um dos fatos que mais chamou a atenção na investigação é o rápido aumento do faturamento da Embrasystem: subiu de 300 mil reais em 2012, antes da criação da operação BBom, em fevereiro deste ano, para 100 milhões de reais até maio, segundo o procurador Hélio Telho, responsável pela investigação.

Fonte: Tribuna Hoje

Últimas Notícias da BBom, Terça – 16/07/2013

Telexfree e BBom e outras 16 empresas estão sob suspeita de “Pirâmides”

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No início de julho, eram 7 os negócios analisados; procuradora da República fala em ‘febre’

O que diferencia o MNN regular de uma pirâmide é que, no caso da fraude, a sobrevivência do negócio depende da contínua entrada de pessoas na rede. Como a população é finita, o sistema é insustentável.

O temor de que o País viva uma onda de pirâmides financeiras surgiu após as ações do Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a Telexfree, que informa prestar serviços de telefonia por internet e conta com ao menos 450 mil associados. Eles são remunerados por vender os pacotes de minutos, por postar anúncios na internet e por angariar mais gente para a rede.

No dia 18 de junho, a empresa foi impedida de recrutar novos associados e teve as contas bloqueadas . A juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível de Rio Branco, aceitou a denúncia do MP-AC de que o faturamento da empresa depende das taxas de adesão pagas por esses associados e não da receita com a venda de pacotes de minutos. A decisão continua em vigor.

Com o mesmo argumento, a juíza substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Ghelle, bloqueou as contas da BBom . Fundada em fevereiro como o braço de marketing multinível da empresa de monitoramento Embrasystem, a BBom tem cerca de 300 mil associados.

No dia 1º de julho, o iG revelou que, além da Telexfree, outras seis empresas eram alvo de algum tipo de investigação no País. Agora, a força-tarefa de MPs e MPF coloca 18 companhias sob suspeita – ao menos 14 delas já são alvo de algum processo formal de apuração, como inquéritos civis ou criminais.

Mariane fala em uma versão brasileira da “febre” de pirâmides financeiras que ganhou força nos Estados Unidos nas últimas décadas, motivada pela popularização da internet.

“Nos EUA houve cerca de 600 empresas [ investigadas ]. Teve uma febre. Essa onda está chegando no Brasil agora”, diz ela. “É bom que a população fique atenta porque às vezes vai perder dinheiro. As experiências de Boi Gordo e Avestruz Master [que causaram prejuízos a milhares de investidores] não foram suficientes para alertar o consumidor.”

Fonte: economia.ig.com.br / O Nortão

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